quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Despedida

Não quero que partas
Mas te abro a porta
Me contenho
Pra não te prender
Ah! Insensato coração
Porque não gritas
Não me dominas
E não ganhas da razão?
Sua imagem desaparece
Meus olhos já não te enxergam
E as lembranças já viram saudades

Você se foi e continua impregnado no meu corpo.





Nenhum comentário:

Postar um comentário